In an unmissable talk, journalist Carole Cadwalladr digs into one of the most perplexing events in recent times: the UK's super-close 2016 vote to leave the European Union. Tracking the result to a barrage of misleading Facebook ads targeted at vulnerable Brexit swing voters -- and linking the same players and tactics to the 2016 US presidential election -- Cadwalladr calls out the "gods of Silicon Valley" for being on the wrong side of history and asks: Are free and fair elections a thing of the past?" in: https://www.ted.com/
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terça-feira, 5 de novembro de 2019
Carole Cadwalladr_ Brexit
"Numa palestra imperdível, a jornalista Carole Cadwallard aborda um dos acontecimentos mais desconcertantes da actualidade: a votação super renhida para a saída do Reino Unido da União Europeia. Investigando os resultados até chegar a uma imensidão de anúncios falaciosos no Facebook, dirigidos a eleitores indecisos e vulneráveis — e ligando os mesmos jogadores e as mesmas táticas às eleições presidenciais dos EUA em 2016 — Cadwalladr acusa os "deuses de Silicon Valley" de estarem do lado negro da história e pergunta: Serão as eleições justas e livres uma coisa do passado?
In an unmissable talk, journalist Carole Cadwalladr digs into one of the most perplexing events in recent times: the UK's super-close 2016 vote to leave the European Union. Tracking the result to a barrage of misleading Facebook ads targeted at vulnerable Brexit swing voters -- and linking the same players and tactics to the 2016 US presidential election -- Cadwalladr calls out the "gods of Silicon Valley" for being on the wrong side of history and asks: Are free and fair elections a thing of the past?" in: https://www.ted.com/
In an unmissable talk, journalist Carole Cadwalladr digs into one of the most perplexing events in recent times: the UK's super-close 2016 vote to leave the European Union. Tracking the result to a barrage of misleading Facebook ads targeted at vulnerable Brexit swing voters -- and linking the same players and tactics to the 2016 US presidential election -- Cadwalladr calls out the "gods of Silicon Valley" for being on the wrong side of history and asks: Are free and fair elections a thing of the past?" in: https://www.ted.com/
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017
quinta-feira, 27 de novembro de 2014
Acabe com as quedas para a desgraça - APSI
Publicado a 16/11/2014
“Acabe com as quedas para a desgraça” é uma campanha A.P.S.I. de sensibilização com o objetivo de alertar para o problema das quedas nas crianças. Estas quedas, especialmente graves quando ocorrem de alturas elevadas, nomeadamente de janelas e varandas sem proteção adequada, conduzem em muitos casos à morte.
A associação quer atingir públicos distintos: os encarregados de educação para que se informem sobre as medidas de segurança a tomar; os projetistas e construtores para que adotem as melhores práticas de projeto e construção; e o poder local e central, que deve garantir a criação de legislação e normas harmonizadas de construção.
As situações de risco e os conselhos de segurança, estão disponíveis em http://apsi.org.pt/
Conceito, Realização e Edição: Luís Mileu e Ricardo Henriques
Música: Menina Estás à Janela de Vitorino
Voz: Maria Ana Bobone
Produção áudio: Rodrigo Serrão I K Branca Music
Produção: APSI
Apoio: Fundação Calouste Gulbenkian
O emprego mais difícil do mundo - legendas em português
Vídeo exibido em homenagem ao Dia das Mães, 2014
terça-feira, 18 de novembro de 2014
Visita Guiada: Casa de Chá da Boa Nova, em Leça da Palmeira
A Casa de Chá da Boa Nova, em Leça da Palmeira, concelho de Matosinhos, foi a primeira peça do séc. XX a ser classificada como Monumento Nacional.
Álvaro Siza Vieira tinha tão-só 25 anos quando foi aprovado o seu projecto da Casa de Chá da Boa Nova.
Álvaro Siza Vieira tinha tão-só 25 anos quando foi aprovado o seu projecto da Casa de Chá da Boa Nova.
segunda-feira, 3 de novembro de 2014
sábado, 1 de novembro de 2014
terça-feira, 28 de outubro de 2014
domingo, 26 de outubro de 2014
segunda-feira, 22 de setembro de 2014
Paisagens Propícias
O Sul
O sol o sul o sal
as mãos de alguém ao sol
o sal do sul ao sol
o sol em mãos do sul
e mãos de sal ao sol
O sal do sul em mãos de sol
e mãos de sul ao sol
um sol de sal ao sul
o sol ao sul
o sal ao sol
o sal o sol
e mãos de sul sem sol nem sal
Para quando enfim amor
no sul ao sol
uma mão cheia de sal?
Ruy Duarte de Carvalho
O sol o sul o sal
as mãos de alguém ao sol
o sal do sul ao sol
o sol em mãos do sul
e mãos de sal ao sol
O sal do sul em mãos de sol
e mãos de sul ao sol
um sol de sal ao sul
o sol ao sul
o sal ao sol
o sal o sol
e mãos de sul sem sol nem sal
Para quando enfim amor
no sul ao sol
uma mão cheia de sal?
Ruy Duarte de Carvalho
Paisagens Propícias
Publicado a 24/01/2013
coreografia Rui Lopes Graça
música original João Lucas
figurinos e cenografia Nuno Guimarães
esculturas Issac Dikuiza Rodrigues
desenho de luz Jorge Ribeiro
interpretação Armando Mavo, Adilson Valente, André Baptista, Daniel Curti, Benjamim Curti, Samuel Curti, António Sande
produção executiva Jorge António
direção artística Ana Clara Guerra Marques
produção Companhia de Dança Contemporânea de Angola
estreia 18Jan2013 Teatro Camões (Lisboa)
dur. aprox. 1:15
M/4 anos
Da poesia à antropologia, passando pelo cinema e prolongando-se naturalmente nos confins da ficção. A obra do angolano Ruy Duarte de Carvalho (1941-2010) é uma arte genial de atravessar fronteiras -- disciplinares, geográficas e culturais. Paisagens Propícias é o nome do lugar onde o coreógrafo Rui Lopes Graça e os bailarinos da Companhia de Dança Contemporânea de Angola se encontraram para dançar o universo do autor de Vou Lá Visitar Pastores (1999), livro que o revelou ao público português e onde descreve a sua incursão por território Kuvale, que se estende para sul, passando pelo deserto do Namibe até às margens do rio Cunene. Desta e de outras viagens, vividas ou imaginadas, extraíram-se palavras, imagens, cores e sons, matéria traduzida para o corpo em "gestos que repetem outros gestos", como se lê num dos seus poemas. Através deste processo, coreógrafo e bailarinos fizeram um "caminho de regresso ao essencial", sinal de fidelidade criativa a um autor que sempre recusou a ostentação do exotismo. Fidelidade ainda à matriz experimental da Companhia de Dança Contemporânea, que sob a direção artística de Ana Clara Guerra Marques tem desenvolvido uma estratégia de criação de novas estéticas para a dança angolana.
música original João Lucas
figurinos e cenografia Nuno Guimarães
esculturas Issac Dikuiza Rodrigues
desenho de luz Jorge Ribeiro
interpretação Armando Mavo, Adilson Valente, André Baptista, Daniel Curti, Benjamim Curti, Samuel Curti, António Sande
produção executiva Jorge António
direção artística Ana Clara Guerra Marques
produção Companhia de Dança Contemporânea de Angola
estreia 18Jan2013 Teatro Camões (Lisboa)
dur. aprox. 1:15
M/4 anos
Da poesia à antropologia, passando pelo cinema e prolongando-se naturalmente nos confins da ficção. A obra do angolano Ruy Duarte de Carvalho (1941-2010) é uma arte genial de atravessar fronteiras -- disciplinares, geográficas e culturais. Paisagens Propícias é o nome do lugar onde o coreógrafo Rui Lopes Graça e os bailarinos da Companhia de Dança Contemporânea de Angola se encontraram para dançar o universo do autor de Vou Lá Visitar Pastores (1999), livro que o revelou ao público português e onde descreve a sua incursão por território Kuvale, que se estende para sul, passando pelo deserto do Namibe até às margens do rio Cunene. Desta e de outras viagens, vividas ou imaginadas, extraíram-se palavras, imagens, cores e sons, matéria traduzida para o corpo em "gestos que repetem outros gestos", como se lê num dos seus poemas. Através deste processo, coreógrafo e bailarinos fizeram um "caminho de regresso ao essencial", sinal de fidelidade criativa a um autor que sempre recusou a ostentação do exotismo. Fidelidade ainda à matriz experimental da Companhia de Dança Contemporânea, que sob a direção artística de Ana Clara Guerra Marques tem desenvolvido uma estratégia de criação de novas estéticas para a dança angolana.
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quarta-feira, 10 de setembro de 2014
ahTêVê...!
..5 ...(venham mais 5)
já não sei o que pensar
de tanto 'lixo' no ar
se hei-de mudar de canal
ou simplesmente desligar
o sinal aberto a dar
nisto que nos faz tanto mal.
(mas há excepções, afinal...)
10.dez.2014_ luís castanheira
Piensa en mi
Si tienes un hondo penar, piensa en mí..
si tienes ganas de llorar, piensa en mí.
Ya ves que venero tu imagen divina,
tu párvula boca que siendo tan niña
me enseño a pecar
Piensa en mí cuando sufras, cuando llores
también piensa en mí,
cuando quieras
quitarme la vida, no la quiero para nada,
para nada me sirve sín tí.
Piensa en mí cuando sufras, cuando llores,
también piensa en mí, cuando quieras
quitarme la vida, no la quiero para nada,
para nada me sirve sin tí.
Piensa en mí cuando sufras, cuando llores
también piensa en mí, cuando quieras
quitarme la vida,
No la quiero para nada,
para nada me sirve sin tí.
Piensa en mi.
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